Governo do Estado em parceria com o Ministério Público comemoram a VII semana da Pessoa com deficiência

Com o tema “Educação inclusiva do que estamos falando”, O Governo do Estado através da SEDUC, em parceria com o Ministério Público, início na manhã segunda-feira (23), seguindo até sexta-feira dia ( 27), a VII Semana da Pessoa com Deficiência, a mesma teu sua abertura  no Auditório do Ministério Público, localizado na Rua Oswaldo Cruz (Centro de São Luís), o evento está sendo realizado também nos Centros Especializados e seus  Núcleos de educação especial.

Alunos Helena Antipoff

Na abertura da semana, os estudantes do Centro de Ensino de Educação Especial (CEEE) Helena Antipoff apresentaram números de dança de ritmos maranhenses, com o tema Ritmo Brasil Inclusivo.

Em seguida, representantes das instituições parceiras manifestaram-se para destacar a importância da Semana no fortalecimento das lutas das pessoas com deficiência.

Segundo a professora Rosane Ferreira, essa semana dedicada às pessoas com deficiência tem sido um ótimo momento de reflexão não só para os técnicos e professores, objetiva também conscientizar a população e os diversos seguimentos sociais sobre a importância de envolver toda sociedade no centro da discussão sobre acessibilidade e inclusão social

 “Nosso objetivo é garantir a aprendizagem da pessoa com deficiência, adequando o currículo para que ele seja um instrumento de libertação e autonomia, fazer com que as nossas escolas possam ser realmente espaços de inclusão para além de colocar e garantir matrícula na escola, mas assegurar que os estudantes com deficiência possam promover de fato a sua aprendizagem”, destacou a assessora de Educação Especial da SEDUC, Professora Rosane Ferreira

         Com o propósito de dinamizar o evento, a coordenação organizou várias atrações culturais envolvendo os estudantes do Centro de Ensino de Educação Especial (CEEE) Helena Antipoff, com o tema Ritmo Brasil Inclusivo;

Coral do Núcleo de Atividades para Alunos com Altas Habilidades/Superdotação (NAAH/S);

 Apresentação cultural de Augusto Neto, “Um cantor muito especial” e do professor Wilson ( poeta) e Gestor do  Centro de Ensino Médio Maria José Aragão , cidade operaria.

Como palestrantes, contou-se com a participação da Profª. Drª. Rita de Cássia Barbosa Paiva Magalhães, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), a mesma discorreu em sua palestra sobre “Educação Inclusiva do que estamos falando, quando o grande desafio é assegurar o direito de aprender”, doutora Hilce de Castro Aguiar, da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), tratou sobre a “Formação docente questão central para qualificar a inclusão, mesa redonda e muito debate”. Promotora de Justiça Draº Gabriele Gadelha e o lançamento do projeto adequando currículos. Elisiane Oliveira, superintendente de Gestão do Ensino e Desenvolvimento da Aprendizagem da SSEDUC, que  destacou a importância das atividades realizadas nas escolas e nos centros especializados para garantir uma educação inclusiva..

o projeto vai além da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e das salas de recursos multifuncionais, fazendo uma reflexão sobre os projetos político pedagógicos das escolas.

Inicialmente, o projeto será desenvolvido em 12 escolas de São Luís e uma de São José de Ribamar, que se voluntariou a integrar o Adequando Currículos. Nesse primeiro momento, serão alcançados 8.758 alunos, que serão multiplicadores dos conhecimentos.

“O projeto Adequando Currículos, está inserido no planejamento estratégico do MPMA para o período de 2016 a 2021. Para a promotora de justiça, a primeira ideia era uma atuação primordialmente jurídica, o que não traria os resultados necessários.”Comentou Dra. Gadelha,disse ainda que o projeto vai além da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e das salas de recursos multifuncionais, fazendo uma reflexão sobre os projetos político pedagógicos das escolas.Inicialmente, o projeto será desenvolvido em 12 escolas de São Luís e uma de São José de Ribamar, que se voluntariou a integrar o Adequando Currículos. Nesse primeiro momento, serão alcançados 8.758 alunos, que serão multiplicadores dos conhecimentos.

 

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De acordo com o promotor de justiça, o LBI na Escola tem o objetivo de sensibilizar e conscientizar a comunidade escolar para o acolhimento da diversidade, tendo como foco as pessoas com deficiência, e a aplicabilidade da Lei Brasileira de Inclusão. Além disso, o projeto procura contribuir no suporte pedagógico aos professores em assuntos relativos às pessoas com deficiência.

“Diante de que foi tratado sobre os direitos da pessoa com deficiência faço referência a Mazzotta (1982), onde ressaltava que o envio de um aluno para os atendimentos em Educação Especial não estava atrelado à deficiência, mas a suposta impossibilidade deste estudante em se beneficiar de processos comuns de ensino”. Comentou a professora Rita, disse ainda que neste sentido a perspectiva de interação entre o meio escolar e as possibilidades de adaptação do sujeito ao mesmo enfatiza, também, que um viés educacional começa a se fortalecer.

A palestrante listou os desafios, sobretudo dos sistemas de ensino, para manter alguns avanços obtidos na inclusão das pessoas com deficiência e evitar retrocessos, superando a exclusão escolar. Rita de Cássia Magalhães criticou a escola tradicional por ser segregadora, proporcionar limitadas respostas educativas e não atender às necessidades individuais dos alunos. “O que se busca é uma perspectiva inclusiva, que assegure o direito à escolarização, amplie as respostas educativas e que seja um espaço de heterogeneidade e diversidade”, sugeriu.

integrante do Conselho Estadual da Pessoa com Deficiência (CEPD), Liane Sousa, narrou sua história em defesa da inclusão do filho, de 31 anos, com paralisia cerebral. “A pessoa com deficiência voa se derem condições para ela”, declarou.

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Na Mesa redonda, os relatos de Experiência sobre o projeto LBI na escola, com o expositor Dr. Marco Amorim, Ministério Público -MA que é   diretor da Secretaria para Assuntos Institucionais da Procuradoria Geral de Justiça acompanhado da pedagoga Gisele Araújo, da SEDUC debateram  sobre  “Relatos de experiência sobre o projeto Lei Brasileira de Inclusão (LBI) nas escolas”.

Marco Amorim enfocou a realidade das pessoas com deficiência no Brasil, que somam mais de 45 milhões de pessoas e sobre o capacitismo, que é a discriminação ou violência praticadas contra pessoas com deficiência, que são tratadas como incapazes.

De acordo com o promotor de justiça, o LBI na Escola tem o objetivo de sensibilizar e conscientizar a comunidade escolar para o acolhimento da diversidade, tendo como foco as pessoas com deficiência, e a aplicabilidade da Lei Brasileira de Inclusão. Além disso, o projeto procura contribuir no suporte pedagógico aos professores em assuntos relativos às pessoas com deficiência.

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Já Gisele Araújo tratou das atividades desenvolvidas pela campanha, que realizou palestras em 29 escolas abordando assuntos como acessibilidade, tecnologias assistivas e aspectos legais da LBI. Segundo a pedagoga, o projeto faz com que os alunos percebam o outro, além de levar a ideia de que os estudantes com deficiência não são responsabilidade exclusiva dos professores que atuam nas salas de recursos, mas de toda a comunidade.

Para tratar especificamente sobre inclusão da pessoa com deficiência na escola e em outros estabelecimentos, contou-se com a contribuição da Promotora de Educação Inclusiva, do Ministério Público, Luciane Belo. “Eu vejo esse momento como de muita importância, uma vez que a inclusão se dar pela entrada da pessoa com deficiência na escola, onde tem que ter a acessibilidade arquitetônica, mas também as quebras dos paradigmas, onde a escola deve se adaptar à pessoa com deficiência, ao adolescente que chega ali para ser trabalhado em todas as suas potencialidades, visando contribuir para todo o contexto educacional. É importante que a sociedade esteja preparada para contribuir e para ser objeto de mudança”, destacou a Promotora de Educação Inclusiva, do Ministério Público, Luciane Belo.

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Para abrilhantar o evento nada melhor que a interpretação de uma poesia pelo professor Wilson Chagas, gestor do C. E. Maria José Aragão, o mesmo não só recitou o poema , falou sobre a sua experiência pessoal com altas habilidades, ressaltando os avanços da educação inclusiva. “A escola só tem sentido e só faz sentido se for para todos”. O professor também participou de uma performance com duas alunas com deficiência auditiva da escola em homenagem ao dia do surdo, comemorado durante todo o mês de setembro

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Outras experiências e convívios com deficientes foi relatada, por  Aldenísia Pereira de Melo, da Associação de Mães Duchenne Brasil, abordou a Distrofia Muscular de Duchenne, condição que atinge um a cada 3.500 meninos no mundo. A principal característica da doença é a degeneração progressiva dos músculos por falta de uma proteína.

Segundo Aldenísia de Melo, 80% das crianças com a doença não concluem o ensino fundamental. Ela ressaltou a importância dos professores conhecerem sobre a condição para que possam oferecer os instrumentos necessários aos estudantes para exercerem seu direito à educação.

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Me ajude a ajudar Naya, vamos fazer esse vídeo chegar ao Ministério Público de Pinheiro, essa menina mora em Santa Sofia( povoado de Pinheiro) .faz cinco ano que não frequenta a escola. Segundo informações deixou de ir para  a escola em de não have sala de recursos e professor auxiliar com formação em educação especial..

   Tive informação essa semana que o vídeo chegou ao conhecimento da Secretaria de Educação de pinheiro, motivo pelo qual fizeram de imediato uma visita à sua família, e sem nenhuma estrutura de acessibilidade Naya voltou a frequentar a escola.

Atenção Ministério Público essa jovem precisa de acesso para se locomover, sua rua está intrafegável, impossibilitando a mesma de se deslocar para seus passeios, ela não precisa só de transporte, precisa de calçamento da sua rua, cadeira de roda adequada, sala de recurso, entre outras necessidades.

Trouxemos Naya para uma visita a São ,pediu para visitar a litorânea, nunca tinha ido a uma praia, com essa alegria que ela tem, faço o apelo, vamos levar alegria para essa jovem

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E na semana da pessoa com deficiência veja isso.

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veja todos os videos da palestra da promotora Draº Gabriele Gadelha

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