“O Dia do Escritor surgiu após a realização do I Festival do Escritor Brasileiro, iniciativa da UBE. O grande sucesso do evento foi primordial para que, por intermédio de um decreto governamental, a data fosse instituída com a finalidade de celebrar a importância do profissional das letras, profissão que, infelizmente, nem sempre tem sua relevância reconhecida”.

Todo  escritor tem poder dentro si.

Sim! O poder da criação. O escritor não é somente o ser que vive todo tempo no imaginário, nem aquele que necessita diante de um insight parar o carro no acostamento para anotar em um bloco ou  gravar no celular uma nova história (kkkkJá fiz isso. (risos) A verdade, é que o escritor  transborda. Dentro de nós tem histórias  e  o transbordar em forma da escrita é inevitável, e assim, na companhia das palavras passeamos em  mundos reais e imaginários.

O ser escritor é muitas vezes,  anônimo e invisível.

 Um dia um diálogo me chamou atenção:

– Qual sua profissão?

– Escritora! Respondi.

O olhar espantado, veio com a mesma palavra em forma de pergunta:

– Escritora??

-Sim! Amo ser escritora.

Inconformada, veio mais uma pergunta:

-Mas…você trabalha com o que mesmo?

Iniciei um teste pra ver até onde a conversa iria e respondi: –  Escrevendo histórias! Kkk

A resposta não a convenceu, ela sinalizou negativamente a cabeça e continuou uma conversa sobre o Ser escritor meio sem rumo e penalizada, que desanimaria escritores não convencidos da sua importância.

Para muitos, escritor não é profissão. É hobby, distração, é não ter algo melhor para fazer, é um ser solitário… Essa é a parte desestimulante, tentar mostrar o inverso, mas ainda bem que nós escritores, seguimos diante desta  realidade, escrevendo, é claro! (Risos)

E como é mágico escrever! ver as palavras brotando se transformando em histórias, poesias, textos, pensamentos.

A questão é que a tarefa do ser escritor não é tão simples assim, que a concepção de todo escrita, embora seja a parte mais emocionante, atrativa, entusiasta, criativa, ele requer longos diálogos com a madrugada, leituras, pesquisas, leituras de mundo, inspirações das palavras, e

depois, novos e logos caminhos para prosseguir, da organização do escrito, doa sua chegada ao leitor. Tudo muitas vezes sem incentivo, o que é pior. Tal trajeto nos tira o sono e nos causa ansiedade. Por amor a literatura, sobrevivemos.

E toda esta trajetória requer do escritor, além do amor, uma persistência imensurável, é essa a linha tênue entre o insistir e desistir. E muitos escritores desistem! Engavetam sonhos, rasgam pensamentos, amassam histórias e deixam pelo caminho suas digitais, suas memórias, um pouco de si jogado  no lixo, adormecidos em gavetas, e nada podem fazer para mudar o destino das folhas já impressas de si. E esta ponte entre a concepção e a publicação precisa ser atravessada, precisa ser acreditada, principalmente pelo ser escritor. De qualquer forma, precisamos ter pelo caminho incentivadores de sonhos, pois desistir é deixar de sonhar por algo que nos move.

E  ao conseguirmos abraçar nossas histórias em forma de livro, temos a plena convicção que a nossa essência perpetuará e que o final das páginas será apenas o início de novas histórias.

Sabe de uma coisa? Nasci para escrever e contar histórias!!!

Bem verdade, tenho outras atividades, mas ser escritora é minha profissão. É onde me realizo. É o que amo fazer. Entendeu? ou quer que eu escreva?

Parabenizo todos os meus amigos escritores por este dia especial. Dia Nacional do Escritor

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