O ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), telefonou para o ex-presidente Lula neste sábado (2) para apresentar condolências pela morte do neto dele, Arthur, que morreu aos 7 anos vítima de meningite.

O magistrado afirmou que ele e a mulher, Guiomar, lamentavam muito a tragédia. “Estamos rezando por você. Que você tenha força”, disse Gilmar. Lula agradeceu.

E começou a chorar, a ponto de não conseguir dizer mais nada. Gilmar também chorava, e a conversa teve que ser interrompida. Um dos amigos do petista, que estava ao lado dele, pegou o telefone e terminou o diálogo com Mendes.

Mais cedo, o ministro tinha conversado com Fábio Luís, um dos filhos de Lula. “Nós que somos pais e avôs sabemos avaliar a dor desse momento”, disse o ministro, pedindo que Fábio Luís desse um abraço no pai em seu nome, caso não conseguisse conversar com o ex-presidente. Gilmar Mendes tem dois filhos e dois netos.

De acordo com relatos, Fábio Luís ficou surpreso e emocionado com o telefonema. “Muito bacana, muito bacana”, disse a um amigo que abraçou logo depois.

O Ministério Público voltou aqui em Lima Verde, notificaram uns e exigiram que os outros que não compareceram procurem  comparecer , hoje veio uma pessoa procurar a associação.

O esquema de segurança montado para a viagem de Lula ao velório do neto, Artur, não foi tão rígido como a juíza Carolina Lebbos programou. Houve espaço e tempo para Lula ser filmado e fotografado no trajeto que fez a pé do automóvel em que estava até o crematório. A multidão o viu à distância. Políticos e amigos puderam abraçá-lo por algum tempo. As manifestações do público foram discretas. Gritos de “Lula livre” e “Lula guerreiro” ecoaram no campo santo. Nada além disso. Lula estava de terno, aparentava serenidade (ao menos em público) e segurava uma pequena garrafa de água mineral. Ficou em silêncio enquanto caminhou. Respondeu às manifestações de apoio apenas com uma saudação. Não houve incidentes. Foi auspicioso constatar que a liberdade de Lula, mesmo por algumas horas, não provoca nenhuma desordem, temor alegado para proibir a viagem ao velório do irmão, no ano passado. Ao contrário. A presença dele trouxe um clima de tranquilidade. Apenas por vê-lo bem as pessoas ficaram mais leves. A liberdade de Lula só faz bem ao Brasil.Liberdade de Lula faz bem ao Brasil

O esquema de segurança montado para a viagem de Lula ao velório do neto, Artur, não foi tão rígido como a juíza Carolina Lebbos programou. Houve espaço e tempo para Lula ser filmado e fotografado no trajeto que fez a pé do automóvel em que estava até o crematório. A multidão o viu à distância. Políticos e amigos puderam abraçá-lo por algum tempo. As manifestações do público foram discretas. Gritos de “Lula livre” e “Lula guerreiro” ecoaram no campo santo. Nada além disso. Lula estava de terno, aparentava serenidade (ao menos em público) e segurava uma pequena garrafa de água mineral. Ficou em silêncio enquanto caminhou. Respondeu às manifestações de apoio apenas com uma saudação. Não houve incidentes. Foi auspicioso constatar que a liberdade de Lula, mesmo por algumas horas, não provoca nenhuma desordem, temor alegado para proibir a viagem ao velório do irmão, no ano passado. Ao contrário. A presença dele trouxe um clima de tranquilidade. Apenas por vê-lo bem as pessoas ficaram mais leves. A liberdade de Lula faz bem ao Brasil.

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