MATEI SIM… DESCULPA AÍ!

No dia do crime, a polícia levantou várias versões, que foram da tentativa de assalto até confusão em um bar. Porém, algumas pessoas apontaram como executor um policial civil, o que levou o caso a uma versão verdadeira.

O policial disse que se confundiu quando recebeu a informação de que seu carro estava sendo roubado e que olhou um homem saindo dirigindo o veículo, que é da mesma marca e cor ao dele. E que, por isso, atirou contra o funcionário do Ibama e o retirou de dentro carro.

Contou ainda ao delegado que depois percebeu não se tratar de seu veículo e aproveitou para se evadir. Ele disse ainda que estava preocupado com o material que constava no seu carro que era para uma missão policial no interior, a mando do Núcleo de Combate ao Crime Organizado, setor em que trabalha.

As pessoas que trabalhavam com Ademar, que era bacharel em Direito e pensava em passar no concurso para delegado, estão revoltados com o caso, principalmente com a versão dada pelo policial.

“A sociedade pede esclarecimentos, apuração e punição dos atos e qualquer forma de cooperativismo é repugnante.”

Deveria existir uma lei que proibisse Secretário de Segurança Pública , ser candidato , ou ao menos ,  que exigisse o afastamento  do cargo  para candidatar-se , dois anos  antes do pleito. A segurança no  país melhoraria  sensivelmente,  ou talvez acabasse com a bala assassina sociológica.

Com informações do blog bastidores da notícia

 

 

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