Foi com essa mentira absurda   e com uma fantástica ajuda do governador Flávio Dino que o ex-prefeito Dutra conseguiu chegar à prefeitura de Paço do Lumiar.

Mas, passados 10 meses, ainda não se viu luz na citada escuridão que Paço vivia, pelo contrário, a cada dia a coisa piora mais.

Na saúde – cuja pasta já teve 03 secretários – a coisa vai de mal a pior.

Exemplo disso é que pacientes que necessitam de uso contínuo de medicamentos, antes cedidos de forma regular e gratuita nos postos de saúde da cidade, estão tendo que ir na Justiça contra o Município para recebê-los.

Assim fez a paciente R.S.S. (cujo nome preservamos para que não sofra perseguição da atual gestão) que sofre com a diabetes, cansada de peregrinar nos postos de saúde da cidade, procurou a justiça por meio da Defensoria Pública e conseguiu uma liminar que obriga o Município por meio da secretaria de saúde a fornecer regular e mensalmente medicamentos para tratamento de sua diabetes enquanto necessitar dos mesmos.

O que chama atenção é que a mesma secretaria que não tem dinheiro para compra de simples medicamentos e vem sucateando a saúde no município é a mesma que contrata de forma suspeita, por incríveis R$ 3.683.565,60, empresa de Brasília/DF para limpeza, asseio e conservação dos seus prédios.

Definitivamente, nosso Paço não ta dando certo!

 

 

 

 

 

“Ante o exposto, defiro o pedido de tutela antecipadaa fim de que o Município de Paço do
Lumiar forneça, de forma mensal, iniciando-se no prazo de 15 dias, durante o tempo em que a autora precisar, os
seguintes insumos:
1 – Aparelho medidor de glicose (glicosímetro da mesma marca das lancetas de medição já
adquiridas pelo Município);
2 – Lancetas (fitas reagentes) para a realização do exame (60 unidades/mês);
3 – Seringas para aplicação de insulina NPH (60 unidades/mês).
O Município deverá tomar as providências administrativas necessárias para tanto, sob pena de
pagamento de multa no valor de R$ 1.000,00 (hum mil reais) por dia de atraso no cumprimento desta decisão, ou,
ainda, de cumprimento por meio de bloqueio judicial.”
decisão judicial.

 

Áudio de revolta.

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