BOLSONARO DIZ QUE VAI MANTER “MUITA COISA” DO GOVERNO TEMER

Michel Temer disse nesta quarta-feira que convidou o presidente eleito Jair Bolsonaro para acompanhá-lo em viagens internacionais que fará até o fim do ano, inclusive para a reunião de cúpula do G20 na Argentina no final deste mês; Bolsonaro disse que “muita coisa” da gestão Michel Temer vai ser mantida e disse que pode, inclusive, pedir seu auxílio depois que tomar posse em 1º de janeiro; “Não podemos nos furtar do conhecimento daqueles que passaram pela Presidência”, afirmou Bolsonaro; Michel Temer é rejeitado por 90% da população

Da Reuters e Agência Brasil – Michel Temer disse nesta quarta-feira que convidou o presidente eleito Jair Bolsonaro para acompanhá-lo em viagens internacionais que fará até o fim do ano, inclusive para a reunião de cúpula do G20 na Argentina no final deste mês. Temer recebeu Bolsonaro no Palácio do Planalto para um ato formal para marcar o início da transição do governo atual para o eleito.

Após a reunião Bolsonaro disse que “muita coisa” da gestão Michel Temer vai ser mantida, sem citar detalhes. Ele afirmou que “não se pode furtar” do conhecimento de quem passou pela Presidência da República. Bolsonaro agradeceu o encontro e disse que conta com a experiência de Temer para ajudá-lo. “Se preciso for voltaremos a pedir que ele nos atenda. Porque tem muita coisa que continuará. O Brasil não pode se furtar do conhecimento daqueles que passaram pela presidência”, disse Bolsonaro, que concedeu entrevista ao lado de Temer, no Palácio do Planalto.

Durante a reunião, Temer deu um livro de presente para Bolsonaro. Nele, há uma compilação dos projetos realizados do seu governo, em seis eixos: Social e Cidadania, Econômico, Infraestrutura, Brasil e o Mundo, Segurança e Defesa Nacional e Ações Regionais. A publicação começa com a frase “O Brasil é hoje um país completamente diferente de dois anos e seis meses atrás”.

Segundo Temer, durante a reunião no Planalto, foi transmitido a Bolsonaro um balanço das ações do governo nos últimos dois anos e meio e o que está programado. O presidente destacou que o programa vai ser “apreciado” pelo sucessor para analisar se deve ser mantido.

 

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