Dr. Fabrício ressalta sobre as mudanças de rotina na prevenção contra o coronavirus

      É do conhecimento de todos, e  isso é notório, que a pandemia pelo novo Coronavírus é talvez a mais grave situação de saúde pública dos últimos 100 anos. O vírus é altamente contagioso e se espalha com facilidade, em meio à situação, a maioria dos sistemas de saúde do mundo, tanto públicos ou privados, não têm recursos técnicos nem humanos para dar conta de um aumento grande e súbito do número de pacientes precisando de internação hospitalar.

        O vírus mundial não escolhe  suas vitimas, todas as camadas sociais tornaram-se vulneráveis, esse é único momento em que não há divisão de classe, o orgulho deixará de existir dando espaço para o amor, a solidariedade e sobretudo o cuidado consigo mesmo e com os outros, para isso, devemos nos conscientizar sobre a necessidade de mudarmos nossas rotinas, e a ordem é ficarmos em casa, cuidando de nós , automaticamente estaremos também cuidando do nosso próximo. Vamos aproveitar essa oportunidade involuntária para falar mais com Deus, contemplar sua face, fazer nosso exame de consciência sobre nossas praticas, nossas ações e o que realmente estamos fazendo pelo Reino de Deus.

        Como advogado e homem temente a Deus, não poderia deixar de referendar o que diz a Bíblia sobre as  pragas significativas antes da segunda vinda de Cristo. Em Lucas 21.11, nosso Senhor Jesus adverte seus discípulos: “Haverá grandes terremotos, epidemias e fome em vários lugares, coisas espantosas e também grandes sinais do céu”. Esta passagem mostra uma terra inquieta e em tribulação, mencionando especificamente a existência de pragas e fome como um prelúdio para o fim (Lc 21.9). Essas profecias tem protegido a Igreja nestes 2.000 anos, daqueles que afirmam ser o Messias (Lc 21.8).

Em Apocalipse 6.8, encontramos outra passagem também importante neste momento: “E olhei, e eis um cavalo amarelo e o seu cavaleiro, sendo este chamado Morte; e o Inferno o estava seguindo, e foi-lhes dada autoridade sobre a quarta parte da terra para matar à espada, pela fome, com a mortandade e por meio das feras da terra”. Aqui, abrir o quarto selo produz um cavalo “amarelo” (ou “muito pálido”, isto é, doente), que traz dor e morte através de guerras, doenças e desastres naturais. Esses selos são abertos como juízo de Deus para uma terra surda diante do chamado do evangelho.

Uma última verdade a considerar é a que Romanos 8.22 nos ensina: “Sabemos que toda a criação, a um só tempo, geme e suporta angústias até agora”. O gemido da criação é evidente quando as árvores caem e os animais sofrem, mas é particularmente evidente quando um vírus microscópico é capaz de causar milhares de mortes e paralisar todos os sistemas humanos. Como Deus declarou, vivemos em uma terra disfuncional.

        Com essas reflexões, convoco  todos os moradores do Município de paço do Lumiar e  porque não dizer do Maranhão ,para nos unirmos em uma grande corrente de oração pela prevenção da nossa saúde e pelo conforto às famílias que nesse momento sofrem a perda dos filhos e dos parentes mais próximos .

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