SINDACS/TACS DESEJA UM FELIZ DIA PARA TODAS AS MULHERES

“Hoje, dia 8 de março, é o Dia Internacional da Mulher. O Sindicato dos  Agentes Comunitários de Saúde –SINDACS/TACS de São Luis  deseja a todas as agentes um dia especial de comemoração, mas também de reflexão, pois a mulher conquistou seu espaço com muito luta e hoje pode estar em todos os lugares, essas lutas reflete em todas as nossas conquistas já galgadas, nada chegou fácil em nossas mãos, eu e vocês sabemos o quanto temos lutado para garantir nossos direitos, e o tempo não pára para nós que acreditamos que só há vitória com lutas.Nesse dia internacional das mulheres a minha mensagem é de alegria e agradecimento a Deus  por ter nos dado as condições de saúde , discernimento, sabedoria para manter firme nossos propósitos, é nessa confiança que gradativamente temos cumprido com nossas metas e alcançado vitória em tudo que fora planejado pela nossa diretoria”.Flor de Lis Presidente do SINDACS/TACS
São inegáveis as conquistas alcançadas pelas mulheres ao longo das últimas décadas. Porém, muitas barreiras ainda precisam ser superadas. Apesar de estarem inseridas no mercado de trabalho, continuam ganhando menos que os homens e encontrando dificuldade de chegar aos cargos de liderança. Na política, por exemplo, possuem representação menor.
 O maior desafio da mulher moderna é ter de conciliar o trabalho com as atividades de casa, o papel de ser mãe, esposa e ainda arrumar tempo para si de apoio e a ausência de alguns direitos, pois nos intriga aceitar que a mulher continue ganhando um salário menor que o do homem,continua sendo violentada: o Brasil, mesmo depois da Lei Maria da Penha, ainda ocupa o 7º lugar no ranking mundial de mortes de mulheres vítimas de violência.

 

Elissandra,Claudinea e Jucineide
“Comemorar essa data é trazer à realidade algumas situações desconfortáveis,dizer que mesmo com tímidas conquistas, a mulher continua  sendo desrespeitada, violentadas,sendo estuprada: dados do  Anuário Nacional de Segurança Pública mostram que o número de mulheres que sofreram violência sexual pode ter atingido um patamar além do esperado. A mulher continua sendo assediada: Há pesquisas que afirma que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas. As mulheres sofrem diversos tipos de abusos por conta de serem mulheres e essa situação se agrava quanto mais escuro for o tom da sua pele e menor for a sua renda. Não são donas do próprio corpo, não desfrutam da mesma liberdade sexual que o homem: são culpadas por fazer sexo, a responsabilidade da gravidez quase sempre recai sobre suas costas, mas o direito de escolha de ter ou não este filho nunca é somente seu”.Elissandra,Claudinea e Jucineide
São escravas de uma dupla jornada de trabalho, pois a maioria das mulheres continua trabalhando dentro e fora de casa. Todo mundo quer salvar o mundo, mas ninguém quer ajudar a mãe a lavar a louça. As mulheres têm sua auto-estima reduzida por uma cultura misógina que com isso apenas lucra pregando inseguranças.
Seus corpos são sexualizados na publicidade em estereótipos falsos que são criados a fim de se vender mais. São oprimidas por um padrão estético que vende produtos para alisar o cabelo, arrancar os pelos, esconder “imperfeições” e ficar jovem para sempre. São bombardeadas por um padrão de beleza ilusório que prega a perfeição e que faz mulheres se odiarem na frente do espelho, todos os dias. Constantemente assediadas, dizem-lhes que não é cantada, é elogio e que elas não podem reclamar, devem agradecer. Por isso, se elas têm um mínimo de senso crítico para questionar essa cultura machista, ainda têm que ouvir que viraram “feminazi”, “esquerdopata abortista”, dentre outros absurdos. Ainda não é nada fácil ser mulher, mas já foi muito pior.
MARCOS DAS CONQUISTAS DAS MULHERES NA HISTÓRIA
1788 – o político e filósofo francês Condorcet reivindica direitos de participação política, emprego e educação para as mulheres.
1859 – surge na Rússia, na cidade de São Petersburgo, um movimento de luta pelos direitos das mulheres.
1862 – durante as eleições municipais, as mulheres podem votar pela primeira vez na Suécia.
1866 – No Reino Unido, o economista John S. Mill escreve exigindo o direito de voto para as mulheres inglesas.
1878 – criada na Rússia uma Universidade Feminina.
1893 – a Nova Zelândia torna-se o primeiro país do mundo a conceder direito de voto às mulheres (sufrágio feminino). A conquista foi o resultado da luta de Kate Sheppard, líder do movimento pelo direito de voto das mulheres.
1951 – a OIT (Organização Internacional do Trabalho) estabelece princípios gerais, visando a igualdade de remuneração (salários) entre homens e mulheres (para exercício de mesma função).
As mulheres brasileiras são maioria na população e a ocupação dos espaços de poder só se dará com participação popular e com luta por políticas públicas que promovam a igualdade. 
O aprofundamento da democracia brasileira exige igualdade de gênero e comprometimento com a agenda dos direitos humano

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