Aguenta meu povo! Lascou de vez: Petroleiros desafiam justiça do trabalho e iniciam greve em refinarias e os caminhoneiros continuam fechando as avenidas.

Para quem pensava que os caminhoneiros estavam sendo vencido pelo cansaço, se enganou, estão decididos a continuarem a luta, luta que motivou os Petroleiros a desafiarem a justiça e deflagrarem greve em prol dos direitos da categoria, com essa situação o Governo Temer (o Besta fera, o demônio) deveria pedir para sair.

    “O momento é preocupante, de um lado os caminhoneiros sofrendo a repressão do Governo, do outro, os petroleiros que por conta da greve irão diminuir a produção de petróleo, tudo por conta desse tal presidente que veio para destruir nosso país e acabar com os direitos dos trabalhadores para beneficiar a classe da elite desse pais. Já está passando da hora de todos se unirem para empurrar o movimento independente do “Vem para Rua”, pois a situação perdeu o controle, vamos todos juntos gritar fora Temer!.” professor Correia)

        Diante do caos eu como editor desse site  tenho me perguntado: onde estão as madames dos penelaços que pediram a saída de Dilma, aonde estão os manifestantes que foram às ruas enfrentar os ideólogos defensores da ética, onde estão esses covardes que agora se escondem e antes defendiam esses bandidos do Executivo e legislativo, mostrem a cara de vocês!. Fica ai a reflexão.

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) informou, via redes sociais, que a greve da categoria começou nos primeiros minutos desta quarta-feira, 30, apesar de o Tribunal Superior do Trabalho (TST) ter considerado o movimento ilegal na véspera. “Não vamos arregar para a Justiça do Trabalho”, disse o coordenador geral da FUP, José Maria Rangel, em vídeo distribuído pela entidade. “A greve está mantida.”

Comunicado da FUP publicado pouco depois da 1h relata que os funcionários “não entraram para trabalhar” em oito refinarias de São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Amazonas, Pernambuco. Também há paralisação, segundo a entidade, nos terminais de Suape (PE) e Paranaguá (PR).

Os petroleiros decidiram parar as atividades por 72 horas em solidariedade ao movimento dos caminhoneiros e para pedir a destituição de Pedro Parente do comando da estatal, entre outras reivindicações.

O TST tomou a decisão de declarar ilegal a greve por causa de sua “natureza político-ideológica”. O tribunal estipulou multa de R$ 500 mil em caso de descumprimento da ordem.

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