Foi confirmado no Hospital Emílio Ribas, na Zona Oeste de São Paulo, o primeiro caso da varíola dos macacos no Brasil. O paciente, um homem de 41 anos que viajou à Espanha, está em isolamento.

A Prefeitura de São Paulo também monitora um outro caso suspeito da doença. Seria uma mulher de 26 anos que está hospitalizada com a suspeita de ter contraído varíola dos macacos durante uma viagem. De acordo com a prefeitura, familiares e pessoas que residem próximo à mulher também são acompanhados pela gestão municipal.

Segundo o Ministério da Saúde, sete casos estão sendo monitorados. Segundo a pasta, os estados de Santa Catarina, Ceará, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e São Paulo têm um caso suspeito cada um, e há ainda dois casos em monitoramento em Rondônia. Os pacientes seguem isolados e em recuperação, sendo monitorados pelas equipes de vigilância em saúde.

No Maranhão, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) destaca que acompanha o cenário da epidemiológico e tem orientado semanalmente os 217 municípios sobre a notificação de caso suspeito. Até momento, o Maranhão não possui caso suspeito, por isso, a SES tem levado informação à população sobre a doença para que diante de um caso suspeito também adote medidas individuais de prevenção.

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Foi confirmado no Hospital Emílio Ribas, na Zona Oeste de São Paulo, o primeiro caso da varíola dos macacos no Brasil. O paciente, um homem de 41 anos que viajou à Espanha, está em isolamento.

A Prefeitura de São Paulo também monitora um outro caso suspeito da doença. Seria uma mulher de 26 anos que está hospitalizada com a suspeita de ter contraído varíola dos macacos durante uma viagem. De acordo com a prefeitura, familiares e pessoas que residem próximo à mulher também são acompanhados pela gestão municipal.

O que é a varíola dos macacos? É uma zoonose viral, isto é, uma doença infecciosa que passa de animais para humanos, causada pelo vírus de mesmo nome (varíola dos macacos). Este vírus é membro da família de Orthopoxvirus, a mesma do vírus da varíola, doença já erradicada entre os seres humanos

Diante do aumento no número de casos da varíola de macaco, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu nota reforçando a necessidade de adoção de medidas “não farmacológicas”, como distanciamento físico, uso de máscaras de proteção e higienização frequente das mãos, em aeroportos e aeronaves, para retardar a entrada do vírus no Brasil. A varíola de macaco é uma doença pouco conhecida porque a incidência é maior na África. Até o momento, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) há 131 casos confirmados de varíola dos macacos, registrados fora do continente africano e 106 outros casos suspeitos, desde que o primeiro foi relatado em 7 de maio

“A Anvisa mantém-se alerta e vigilante quanto ao cenário epidemiológico nacional e internacional, acompanhando os dados disponíveis e a evolução da doença, a fim de que possa ajustar as medidas sanitárias.

Ainda, de acordo com a agência, essas recomendações protegem não só contra a varíola e a covid-19, mas também contra muitas doenças infectocontagiosas. “Tais medidas não farmacológicas, como o distanciamento físico sempre que possível, o uso de máscaras de proteção e a higienização frequente das mãos, têm o condão de proteger o indivíduo e a coletividade não apenas contra a covid-19, mas também contra outras doenças”, reitera a Anvisa. Diante do quadro, o Ministério da Saúde criou uma sala de situação para monitorar o cenário da varíola dos macacos no Brasil. 

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